Manual para Gerencia e Chefias

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Este é apenas mais um exemplo de como a LOGIN Consultoria Empresarial atua ajudando a melhorar a sua empresa

MANUAL PARA A DIREÇÃO, GERÊNCIAS E CHEFIAS

(DIRIGIDO ÀS LIDERANÇAS, SERVINDO A UM PROGRAMA DE AÇÕES, TEMAS PARA REUNIÕES E FONTE DE AVALIAÇÃO DAS CHEFIAS PELA DIREÇÃO)


Todos nós sabemos o quanto é importante o relacionamento das chefias com os seus empregados, para conseguirmos um ambiente de trabalho mais agradável.

Assim, desenvolvemos este manual com orientações extremamente práticas, dirigidas a situações que as chefias enfrentam diariamente no trabalho.

Quando um novo empregado é admitido, ele é tomado por muitas preocupações: “Vou dar conta do serviço?”; “Serei aceito pelos companheiros?”; “Terei chances de progredir no trabalho?”; ... estas e outras dúvidas necessitam ser esclarecidas, evitando mal entendidos e prejuízos ao empregado e à empresa.

Devemos evitar a decepção do nosso pessoal pois esta vem seguida de redução da produtividade e maus serviços aos clientes. Em conseqüência, chegaremos à demissão.

Para a empresa, além do aspecto social há outros custos muito elevados: o recrutamento, os testes, as entrevistas, a admissão, o treinamento, o tempo inútil de trabalho (do empregado e dos que o ensinaram), e o investimento da empresa em repetir isto tudo... com outro elemento.

Este manual servirá como utilíssimo instrumento de consulta, para todos os que pretenderem ser mais que um chefe, mas um verdadeiro líder.


AS EMPRESAS FRACASSAM PORQUE AS CHEFIAS FALHAM.

- Se não existissem as chefias, todas as orientações e determinações da empresa sofreriam prejuízo na sua obediência.

- A função da chefia é treinar e formar pessoas no trabalho, portanto, não reclame por se ocupar muito com isto, achando que o quadro de pessoal muda demais.

- Estabeleça a rodízio do pessoal nas diversas tarefas do setor e entre setores diferentes, propiciando o conhecimento geral e a introdução de novas idéias.

- A chefia será melhor avaliada na medida em que mais conseguir formar outras chefias.

- Procure transferir para os seus empregados as tarefas mais simples, aos poucos e sob a sua supervisão.

- Saiba ouvir e ponderar as críticas sobre o seu comportamento e o seu trabalho.

- Não esconda os seus erros. Assumi-los aumenta o seu prestígio.

- Não seja um chefe passivo, imóvel. Observe, confira, veja com os olhos do cliente. Siga a fórmula TORDA: Tire O Rabo Do Assento, pois administração se faz é andando!


NÃO PERMITA QUE O SEU EMPREGADO POSSA PENSAR QUE A NOSSA EMPRESA NÃO É ORGANIZADA.

- Leia atentamente o “Manual do Funcionário”, e tire todas as suas dúvidas sobre o que está contido nele.

- Demonstre competência e organização falando seguidamente, aos seus empregados, das normas e benefícios da empresa.

NOSSA COMUNICAÇÃO NÃO PODE FALHAR

- Quando determinar um trabalho a alguém, peça a este empregado para repetir o que ele entendeu.

- Fale claro, com convicção. Pronuncie bem as palavras com calma e segurança.

- Faça pequena a falha do empregado. Não aumente a voz nem seja mau humorado. Desta forma você estará ensinando o seu pessoal a não esconder os erros.

- Não faça caso da fisionomia antipática (ou mesmo da irritação) de certos clientes. Pense no fato em si, não se deixe levar pela emoção, mas pela razão, pela inteligência.

- Faça reuniões agradáveis com o seu pessoal, procurando a descontração. Evite ser formal, sério.

- Crie um quadro de avisos.

SAIBA CONQUISTAR O ENTUSIASMO DO SEU PESSOAL

- O salário compra as horas de trabalho do empregado mas o seu entusiasmo, iniciativa e lealdade, você é quem irá conquistar.

- Demonstre interesse pelo seu empregado, sua atividade, sua família, seu lazer.

- Faça com que o empregado sinta que todos os colegas querem ajudá-lo.

- Coloque-o à vontade para perguntar, sempre que tiver alguma dúvida.

- Promova o bem estar do seu pessoal, antes de pensar no seu próprio.

- Procure mostrar aos empregados que existem aspectos desafiadores no trabalho que fazem, independente da função.

SAIBA ORIENTAR SEU EMPREGADO CORRETAMENTE

- Mostre em detalhes as atividades no setor onde irá trabalhar o empregado.

- Divida em partes a atividade que irá ensinar:

- Faça uma vez, em velocidade normal;

- Repita a operação, passo a passo, explicando;

- Mostre os erros a serem evitados;

- Faça-o observar o trabalho dos outros;

- Faça-o executar, sob supervisão direta;

- Com o tempo relaxe a supervisão.

- Ao repreender um empregado chame-o em particular, nunca o faça publicamente.

- Ao criticá-lo, enalteça os seus pontos positivos, antes de comentar o aspecto negativo. No final, desafie-o para alcançar o comportamento esperado.

- Procure nas revistas especializadas assuntos que tenham relação com o seu setor e distribua entre o pessoal, para análise e discussão posterior. A sorte ajuda a quem se prepara!


NÃO PERMITA QUE O EMPREGADO “CRUZE OS BRAÇOS”

- Anote diariamente as falhas do seu setor para serem corrigidas nestes momentos.

- Determine uma arrumação ou limpeza.

- Antecipe uma operação de trabalho.

- Comunique a situação do setor à chefia imediata.

SALIENTE NOSSO RESPEITO PELO CLIENTE

- Tudo o que fazemos visa agradar o cliente.

- Atitudes que causam mal estar às pessoas são totalmente repudiadas por nós aí se incluem:

- Não sorrir para o cliente (antipatia);

- Conversa entre empregados frente ao cliente (falta de atenção);

- Comunicação interna aos gritos (falta de educação);

- Fumar ou comer na loja (indisciplina);

- Mau hálito/mau odor nas axilas (falta de higiene);

- Tratar o cliente por: “tio”, “vô’, “dna. Maria”, “seu Maneca”, “querida”, etc. - o tratamento correto é senhor e senhora, a não ser que o cliente permita outro tratamento; (falta de educação);

- Usar intimidade exagerada com o cliente, contra a sua vontade (falta de educação);

- Criar situações que “obriguem” o cliente a uma remuneração, gorjeta (indisciplina).

EXIJA E MANTENHA SIGILO SOBRE ASSUNTOS DA EMPRESA

- Nem sempre as pessoas conhecem detalhes sobre aquilo que comentam.

- A chefia também é tentada a comentar alguns assuntos com amigos ou na família. Desaconselhamos este comportamento.

MANIFESTAÇÕES NOS GRUPOS NÃO AJUDAM EM NADA

- Ocorrendo algum fato que cause mal estar a você ou entre o grupo, não deixe o problema se estender sem a necessária atenção. Procure sua chefia imediata e relate a situação.

- Abordar um problema de frente, e logo, é mais produtivo e não causa o desgaste emocional do “deixar para depois”.

- Ao tomar conhecimento de comentários maldosos (fofocas), aja com energia, imediatamente, buscando a fonte dos mesmos.

TENHA O CONTROLE DO SEU PESSOAL

- Não permita o afastamento do seu subordinado, do local de trabalho, sem o seu conhecimento. Desencoraje ao máximo este procedimento.

- Quando freqüentes, anote o horário de saída e retorno, para análise posterior.

- Não dê ordens a empregados que não são subordinados a você. Existe uma hierarquia bem definida na empresa e queremos que seja respeitada.

- Em caso de dúvida, não discuta com o empregado subordinado a outra chefia. Converse com a chefia dele.

- Avalie constantemente, diariamente, o trabalho do seu pessoal. Não espere a época da avaliação de desempenho para dizer-lhes como estão sendo vistos por você e pela empresa.

- Não crie qualquer controle sem antes verificar se não há outra alternativa. Geralmente são criados controles em função de alguns casos, minoria, constrangendo ou irritando a maioria.

CUIDADOS COM AS MERCADORIAS

- O que mais fazemos em nosso trabalho é manusear produtos. Assim, devemos agir com o máximo cuidado com relação a eles.

- Quando tratamos a mercadoria com cuidado, o seu valor ultrapassa o preço que nela está fixado.

- Perante o cliente, este ato lhe dá a certeza de estar fazendo uma compra vantajosa.

- Exija cuidado ao expor, ao transportar e ao empacotar. Exija do pessoal que sejam utilizadas as duas mãos ao entregar a mercadoria ao cliente, acompanhada de uma reverência suave com o corpo.

- Ao ver uma mercadoria desarrumada ou em risco de quebrar, qualquer empregado tem a obrigação de arrumá-la.

CUIDE DA APRESENTAÇÃO PESSOAL

- Assim como a mercadoria, nós temos uma embalagem que guarda o nosso interior. Chama-se apresentação pessoal e é responsável por grande parte do sucesso profissional.

- Siga e exija cega obediência a esta orientação.

- Não esqueça que a melhor forma de sensibilizar o empregado é dando o exemplo.

- As chefias são alvos da atenção dos clientes e empregados. Não se permita incorrer em nenhuma falha na imagem que representa.


VOCÊ TEM QUE SER JUSTO.... BONZINHO NÃO!

- Chefe bonzinho acaba até caindo no esquecimento. O chefe mais exigente não. Ele força as pessoas, as desafia a mostrarem todo o seu potencial. Se você se contentar com qualquer resultado, é isso que irá obter das pessoas.

- Estabeleça prazos e metas. Acompanhe e cobre os resultados. Use mapas e gráficos.

- Chefiar é tomar decisões. Habitue-se a isto.

- Lembre-se: qualquer decisão é melhor do que nenhuma decisão. Chefes que não decidem, ou que tomam decisões de forma insegura, acabam perdendo a autoridade sobre o grupo.

- É melhor sermos avaliados e criticados por diversas decisões consideradas “boas”, do que por apenas uma “ótima”.

- Cuide para que alguns não se acomodem e outros trabalhem dobrado.

- Quando fizer concessões, faça com base em fortes critérios, evitando problemas com os outros empregados e com a sua chefia imediata.

- Não repasse para os empregados o “estouro” eventual do seu chefe sobre você. As chefias devem funcionar como amortecedores de comportamentos agressivos.

NÃO IMPONHA O SEU TRABALHO

- Saiba vender a sua idéia. Quando tiver uma missão difícil de ser aceita pelo seu pessoal, dedique um pouco mais de tempo e explique as razões do trabalho.

- Sempre que justificamos uma ação, torna-se mais fácil o entendimento e a aceitação.

- Quando for fazer mudanças no setor, procure envolver previamente o pessoal.

- Conquiste a simpatia das pessoas, interessando-se por elas e pelo que é importante para elas.

- Não fale de você. Deixe que as pessoas o descubram, na medida que mostrarem interesse.

- Abandone o hábito de usar a palavra “eu”. Substitua-a por “nós’.

- Abra a mão do “vedetismo”. Se alguém do seu grupo apoderar-se da sua idéia, deixe-o pensar que realmente é dele a idéia.

- Não se aproprie dos méritos do seu pessoal. Permita-lhes o crescimento e a sensação do reconhecimento pelos superiores, pelas idéias e sugestões que apresentarem.

PROCURE MOTIVOS PARA ELOGIAR

- Sempre que houver motivo que justifique, elogie o empregado.

- O elogio desperta a motivação dos outros, através do conhecido “efeito demonstração”.

- Lembre-se: pequenos méritos, pequenos elogios. Não gaste todo o repertório de elogios de uma só vez.

ADMINISTRE O SEU TEMPO CORRETAMENTE

- Não deixe nada para fazer depois. Geralmente deixamos em segundo plano tarefas mais importantes ou mais difíceis optando, primeiro, pelas mais fáceis ou do nosso gosto. Ao flagrar-se nessa situação, volte ao que lhe dá mais trabalho.

- Analise como você ocupa o seu tempo e como deveria ocupá-lo.

- Não se surpreenda se verificar que somente 20% do seu tempo representa 80% no resultado do seu trabalho e que os outros 80%, representam só 20%...

- Quando enfrentar um problema, analise-o com mais profundidade, procurando eliminar a causa do problema.

- Quando encontrar uma solução, procure outra, mais aprimorada e eficaz.

- Planeje o seu trabalho. Assim você economiza tempo quando for executá-lo, além de evitar muitas surpresas.

- Se você dispuser de uma hora para fazer um trabalho, gastará uma hora; se dispuser de 30 minutos, o fará nesse tempo. Portanto pode-se afirmar que todo trabalho tende a ocupar o tempo que dispomos.

O QUE A CHEFIA NÃO DEVE FAZER

- Julgar a personalidade do empregado (religião, gosto, etc...) e não o seu desempenho.

- Entrar em conflito de gerações (ver o empregado como jovem demais, ou velho).

- Pensar que as pessoas já nascem feitas (não admitir erros).

- Não perceber o desenvolvimento das pessoas (grau de estudo, aspirações na empresa, etc...)

- Não definir claramente as responsabilidades.

- Mostrar-se autoritário e arrogante.

- Agir de forma explosiva.

- Permitir comentários sobre a empresa ou empregados ausentes, em rodas de bar.

SEU TRABALHO É MUITO FASCINANTE

- A atividade da chefia é arriscada e gratificante pois tem a responsabilidade de conciliar os interesses da DIREÇÃO, dos EMPREGADOS e dos CLIENTES! Poucas pessoas o fazem de maneira satisfatória. Entretanto, muitas destas pessoas nunca tiveram acesso a orientações tão práticas e objetivas como as que você tem neste manual.

- Faça dele um bom uso.

Planejamento Estratégico

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Pontos Fortes, Pontos Fracos, Oportunidades e Ameaças

A análise SWOT é uma ferramenta utilizada para examinar uma empresa e os fatores que afetam seu funcionamento. Este é o primeiro estágio de planejamento, o que ajuda o empresário focar nos pontos principais da empresa. A sigla SWOT representa a primeira letra das palavras, em ingles: Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats (Pontos fortes, Pontos fracos, Oportunidades e Ameaças). Os Pontos fracos e fortes são fatores internos da empresa. Oportunidades e Ameaças são fatores externos.

Um ponto forte de sua empresa poderia ser:

  • Vasto conhecimento em marketing, especializado na área.
  • Um novo produto ou serviço inovador.
  • A localização da empresa.
  • Qualidade dos processos e procedimentos.
  • Qualquer outro aspecto que adicione valor ao seu produto ou serviço.

Um ponto fraco da sua firma poderia ser:

  • Falta de conhecimento em marketing.
  • Produtos ou serviços semelhantes (ex. Em relação a seus competidores).
  • A localização da seu negócio.
  • Baixa qualidade de seus produtos ou serviços.
  • Reputação duvidosa.

Na análise SWOT, oportunidades e ameaças são fatores externos. Por exemplo: Uma oportunidade para seu negócio poderia ser:

  • Um mercado em desenvolvemento, por exemplo: a internet.
  • Fusões, juncão entre empreendimentos ou aliança de estratégias.
  • Mudança para novos áreas do mercado, às quais oferecem melhores lucros.
  • Um novo Mercado Internacional.
  • Uma vaga no Mercado causada pela ineficácia da competição.

Uma ameaça poderia ser:

  • A entrada de um novo competidor em sua area empresarial.
  • Guerra de preços com competidores.
  • Um competidor tem um novo produto ou serviço inovador.
  • A competição possui um melhor acesso aos canais de distribuição.
  • Taxas são introduzidas ao seu produto ou serviço.

Um ponto de precaução: a análise SWOT pode ser extremamente subjetiva. Não confie demasiadamente na análise. Duas pessoas raramente obterão a mesma versão final da SWOT. A análise TOWS é extremamente similar, em primeiro lugar analisa os fatores negativos para que estes fatores possam ser transformados em fatores positivos. Por este motivo use a análise SWOT como um guia e não como uma prescrição.

Regras simples para uma análise SWOT bem sucedida.

  • A análise SWOT deverá distinguir entre: onde sua empresa se localiza hoje e onde ela estará no futuro.
  • A análise SWOT deverá ser sempre específica. Procure evitar áreas desconhecidas.
  • Sempre aplique a análise em relação a seus competidores, por exemplo: os melhores e piores fatores entre sua empresa e a competição.
  • Mantenha sua análise SWOT curta e simples. Evite complexidade e análise demasiada.
  • A SWOT é subjetiva.




Ativo Fixo

Por que uma empresa deve controlar seu patrimônio

As vezes temos dificuldade em entender a necessidade de um controle eficiente do patrimônio da empresa, e simplesmente relegamos a segundo plano esta atividade, pois a primeira vista, parece ser apenas um trabalho inócuo e sem valor agregado.

Pois bem, elencamos a seguir uma série de motivos que justificam o empenho em manter o Ativo Imobilizado sob controle, e que com certeza, em algum momento você terá que enfrentar.

Controlar o patrimônio para:

  • Atender a legislação pertinente que obriga o controle individualizado de todo o Patrimônio;
  • Quando a empresa não consegue localizar os bens;
  • Evitar falta de origem documental dos bens (Nota Fiscal);
  • Comprovar a existência física dos bens, através de fotos digitalizadas ou termos de responsabilidade assinado;
  • Administrar divergência entre a situação física dos bens e o registro contábil;
  • Não ter descontrole do acompanhamento das aquisições, baixas e transferências dos bens;
  • Não ter ressalvas de auditorias e balanços;
  • Venda da empresa, ou fechamento de departamentos, com o objetivo de se relacionar os bens para a entrega;
  • Mudança de sede, para que não haja perdas;
  • Quando o controle é ineficiente, pela falta de tecnologia como o código de barras, leitores ópticos ou de chip de radio freqüência;
  • Casos em que a despesa de depreciação possa ficar desalinhada (maior ou menor) em relação ao valor do ativo imobilizado;
  • Quando a empresa quer baixar um determinado lote de bens e não localiza no cadastro;
  • Controlar o Ativo no CIAP e atender as exigências do ICMS;
  • Regularizar os arquivos de acordo com a IN68 e IN86 MP 66 e lei 10.637;
  • Evitar saldos do cadastro em desacordo com balancete contábil;
  • Administrar bens ociosos que podem ser vendidos e com a renda pagar o controle patrimonial além de desocupar espaço e economizar na locação;
  • Controlar gasto muito elevado em bens de forma desnecessária, com compras em duplicidade;
  • Não necessitar constantemente de serviços especializados e terceirizados;
  • Economizar muito tempo em classificar os bens;
  • Antecipar-se ao fisco que pode detectar problemas no Ativo;
  • Estabelecer o custo real de reposição de bens materiais;
  • Divergência entre estoque real e o contábil;
  • Possível fiscalização por reflexo ou indireta, a Receita pode verificar uma nota de venda junto a um fornecedor e checar a depreciação do equipamento e valor de aquisição;
  • Compensar o ICMS e PIS que incide sobre o investimento em Ativo Fixo Produtivo;
  • Implantação do controle com código de barras, chip de rádio freqüência, individualizando e facilitando a identificação dos bens, o controle das movimentações, auditorias e conferências automatizadas das sobras e faltas físicas nos centros de custos, evitando roubos e empréstimos indevidos, adotando leitores e coletores ;
  • Administração dos planos de manutenções preventivas e corretivas através do cadastro patrimonial, centralizando as informações evitando perdas e desvios;
  • Controle para seguros por área de risco, reduzindo sensivelmente as taxas;
  • Implantação e manutenção dos controles em meio magnético com interface com a contabilidade eliminando mão de obra e agilizando os relatórios;
  • Baixas de eventuais sobras contábeis, ocasionando possível diminuição do resultado, através de laudos oficiais;
  • Ajustes legais das posições físicas e contábeis, evitando distorções e possíveis perdas ou autuações;
  • Racionalização e enxugamento de arquivos patrimoniais que podem conter muitos itens inexistentes no cadastro dificultando o controle.